EVENTOS EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica IV EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica (19 a 22 de Outubro de 2005)
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorRHODEN, Vinicius Kleinubing-
dc.creatorBELOTI, Adriana M.-
dc.creatorALMILHATTI, Hercules Jorge-
dc.date.accessioned2021-02-18T16:58:35Z-
dc.date.available2005-10-19-
dc.date.available2021-02-18T16:58:35Z-
dc.date.issued2005-10-19-
dc.identifier.otherPresencialpt_BR
dc.identifier.urihttp://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/7850-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE CESUMARpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectResina compostapt_BR
dc.subjectPorcelanapt_BR
dc.subjectSistemas adesivospt_BR
dc.titleEFEITO DE DIFERENTES TRATAMENTOS SUPERFICIAIS NA RESISTÊNCIA DE UNIÃO DE REPARO DE PORCELANA COM RESINA COMPOSTApt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoEsse estudo avaliou o efeito de diferentes tratamentos superficiais na resistência de união por cisalhamento de uma cerâmica felspática (Noritake EX-3-N) reparada com uma resina composta (Z-100-Z). Quarenta corpos-de-prova da porcelana foram incluídos em resina acrílica, polidos (#600) e divididos em 4 grupos (n=10) de acordo com os tratamentos superficiais: G1) sem tratamento (controle); G2) condicionamento com ácido fluorídrico a 10% por 60s; G3) asperização com ponta diamantada; G4) jateamento de Al2O3 (50&#956;m) com microjateador intrabucal (Microetcher). Após o tratamento, o silano (RelyX ceramic primer) e o adesivo (Scotchbond Multi-Purpose) foram aplicados nas superfícies da porcelana antes da união a 2 mm de resina composta. Após 24h de armazenamento em água destilada a 37oC e 24h de termociclagem (1.000 ciclos, 4oC/60oC, 15s cada), os corpos-de-prova foram submetidos ao teste de cisalhamento em máquina de ensaios universal com velocidade de 5 mm/min. Os dados foram submetidos à análise de variância e ao teste de Tukey (&#945;=0,05). Os tratamentos superficiais (G2=25,00±2,99 MPa; G3=22,48±4,54 MPa; G4=24,18±5,03 MPa) demonstraram significativamente (P<0,05) maiores valores de resistência de união comparados ao controle (G1=11,57±2,06 MPa), mas não apresentaram diferenças significativas (P>0,05) entre si. A microscopia óptica revelou 80% de falhas adesivas para o grupo controle (80%) e 65,03% de falhas coesivas da porcelana para os grupos submetidos aos tratamentos superficiais. Os reparos intraorais da cerâmica N com a resina Z podem ser significativamente melhorados com a utilização de um dos tratamentos superficiais avaliados.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUNICESUMARpt_BR
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