EVENTOS EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica IV EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica (19 a 22 de Outubro de 2005)
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorKALUZ, Sheila Cristina-
dc.creatorMARSON, Fabiano Carlos-
dc.creatorSENSI, Luis Guilherme-
dc.date.accessioned2021-02-17T22:48:46Z-
dc.date.available2021-02-17T22:48:46Z-
dc.date.issued2005-10-19-
dc.identifier.otherPresencialpt_BR
dc.identifier.urihttp://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/7770-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE CESUMARpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMicrotraçãopt_BR
dc.subjectCimento resinosopt_BR
dc.subjectCerâmicapt_BR
dc.titleRESISTÊNCIA ADESIVA A MICROTRAÇÃO DE CIMENTOS RESINOSOSpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoO propósito desta investigação, in vitro, foi avaliar a resistência de união a microtração (µTBS) de 4 cimentos resinosos, nas interfaces adesivas entre cerâmica (IPS Empress 2) e dentina. Foram selecionados 16 molares humanos hígidos e divididos aleatoriamente em 4 grupos. Grupo1 - (RX) Single Bond + Rely X, CRA (3M ESPE); Grupo 2 - (VL) Excite DSC + Variolink II, (Ivoclar Vivadent); Grupo 3 - (PN) ED Primer + Panavia (Kuraray); e Grupo 4 - (UC) Unicem (3M ESPE). Os respectivos sistemas adesivos foram aplicados no substrato dentinário e nas pastilhas de cerâmica IPS Empress 2 (Ivoclar-Vivadent), seguindo as instruções dos fabricantes. Em seguida, os cimentos resinosos foram aplicados, os excessos removidos e os corpos de prova fotoativados. Após 24 h armazenados em água destilada, os espécimes foram seccionados em 2 direções perpendiculares com disco de diamante em baixa velocidade (Isomet 1000, Buehler), para se obter palitos de 1,0±0,2 mm2. Para o teste de microtração, foi utilizado o dispositivo especial de Geraldeli acoplado a uma máquina de prova universal (Instron) com velocidade de fratura de 0,5 mm/min. Foram analisados os resultados através do teste estatístico de análise de variância, seguido pelo teste de Tukey post hot. Medias em MPa ± desvio-padrão: RX (17,90a ± 3,53); VL (15,95b ± 3,07); PN (15,58b ± 2,90); UC (8,41c ± 2,54). Letras subscritas indicam valores homogêneos através do teste de Tukey, que demonstraram diferença entre os grupos, onde o cimento resinoso Rely X CRA obteve maior resistência adesiva a microtração (p<0,0001). Variolink II e Panavia F resultaram em valores similares e a menor resistência adesiva foi do cimento resinoso Unicem. O modo de fratura dos corpos de prova dos grupos que utilizaram os cimentos resinosos Rely X CRA e Variolink II foi predominantemente do tipo mista. No grupo que utilizou o cimento resinoso Panavia F, as fraturas foram predominantemente coesivas de cimento resinoso, e no grupo que utilizou o cimento resinoso Unicem, as fraturas foram, em sua maioria, adesivas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUNICESUMARpt_BR
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