01 - CAMPUS MARINGÁ 1. TCC MEDICINA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/7603
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dc.creatorGERMANOVIX, Jéssica Berteloni-
dc.date.accessioned2021-02-16T17:10:37Z-
dc.date.available2021-02-16-
dc.date.available2021-02-16T17:10:37Z-
dc.date.issued2021-02-16-
dc.identifier.citationGERMANOVIX, Jéssica Berteloni. Miocardiopatia não compactada: um relato de caso em atleta de alto rendimento. 11f. 2020. Unicesumar - Universidade Cesumar: Maringá 2020.pt_BR
dc.identifier.otherPresencialpt_BR
dc.identifier.urihttp://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/7603-
dc.description.abstractNoncompaction cardiomyopathy (NCM) is characterized by the presence of abnormal trabeculations in the left ventricle (LV), most commonly in the apex, which may be associated with LV dilation or hypertrophy, or other congenital heart diseases. Objective: Describe the clinical and diagnosis of non-compaction cardiomyopathy, as well as the treatment and prognosis of the patient. Case report: M.L.S, female, swimming athlete, 100 and 200m crawl and back tests, in 2010, at 16 years of age, in outpatient care for suspected cyst in the right wrist, a possible arrhythmia was questioned on physical examination. The requested electrocardiogram (ECG) was normal, however, magnetic resonance imaging (MRI) and echocardiogram showed elevated trabeculations in the middle and apical portion of the left ventricular (LV) lateral wall, with relation between the non-compacted myocardium on the compacted myocardium was 2,7, diagnosed with non-compacted cardiomyopathy (MNC). Even asymptomatic, acetylsalicylic acid (ASA) and interruption of sports competitions were recommended. Discussion: MNC is considered a rare and congenital heart disease, due to non-compression of the myocardium, possibly between the fifth and eighth embryonic weeks. MNC can be found in 3% of patients with reduced ejection fraction and heart failure, and in up to 8% of athletes. Conclusion: More scientific studies on MNC are needed in asymptomatic patients, such as the patient studied, as a way to contribute to a better understanding of the management of athlete patients and the possible evolution to a symptomatic picture with possible complications.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE CESUMARpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMiocárdio ventricular não compactadopt_BR
dc.subjectMiocardiopatiapt_BR
dc.subjectMiocardio ventricular não compactado isoladopt_BR
dc.subjectMorte súbitapt_BR
dc.subjectAtletaspt_BR
dc.titleMiocardiopatia não compactada: um relato de caso em atleta de alto rendimentopt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.contributor.advisor1CARDOSO, Bruna Muller-
dc.description.resumoA Miocardiopatia não Compactada (MNC) é caracterizada pela presença de trabeculações anormais no ventrículo esquerdo (VE), mais comumente encontradas no ápice, podendo estar associada a dilatação ou hipertrofia do VE, além de outras cardiopatias congênitas. Objetivo: Descrever o quadro clínico e diagnóstico da miocardiopatia não compactada, bem como o tratamento e prognóstico da paciente. Relato de caso: M.L.S, feminino, atleta de natação, provas de 100 e 200m crawl e costas, em 2010, aos 16 anos de idade, em atendimento ambulatorial por suspeita de cisto em punho direito, ao exame físico foi questionada uma possível arritmia. O eletrocardiograma (ECG) solicitado veio sem alterações, descartando arritmia, contudo, na ressonância magnética (RM) e no ecocardiograma foram identificadas acentuadas trabeculações na porção média e apical da parede lateral do ventrículo esquerdo (VE), com relação entre o miocárdio não compactado sobre o miocárdio compactado de 2,7, sendo diagnosticada com Miocardiopatia não compactada (MNC). Mesmo assintomática, foi preconizado uso continuo de ácido acetilsalicílico (AAS) e interrupção das competições esportivas. Discussão: A MNC é considerada uma cardiopatia rara e congênita, decorrente da não compactação do miocárdio, possivelmente entre a quinta e oitava semana embrionária. Acredita-se que pode ser encontrada em 3% dos pacientes com fração de ejeção reduzida e insuficiência cardíaca, e em até 8% dos atletas. Conclusão: É necessário mais estudos científicos sobre a MNC em pacientes assintomáticos, como a paciente estudada, como forma de contribuir para o melhor entendimento do manejo de pacientes atletas e da possível evolução para um quadro sintomático com possíveis complicações.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUNICESUMARpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINApt_BR
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GERMANOVIX, Jéssica Berteloni.pdfArtigo apresentado ao curso de graduação em Medicina da Universidade Cesumar – UNICESUMAR como requisito parcial para a obtenção do título de bacharel(a) em Medicina, sob a orientação da Profa. Dra. Bruna Muller Cardoso.686.21 kBAdobe PDFThumbnail
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