EVENTOS EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica IV EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica (19 a 22 de Outubro de 2005)
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCANASSA, Evelyn Romera-
dc.creatorKAIZER, Rosemayre T.-
dc.creatorYANO, Priscilla Satie-
dc.creatorPOLIZER, Ariane-
dc.creatorPALOMARES, Ricardo-
dc.date.accessioned2021-02-03T13:06:07Z-
dc.date.available2005-10-19-
dc.date.available2021-02-03T13:06:07Z-
dc.date.issued2005-10-19-
dc.identifier.urihttp://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/7108-
dc.languageporpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE CESUMARpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE CESUMARpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCarambolapt_BR
dc.subjectIntoxicaçãopt_BR
dc.subjectInsuficiência renalpt_BR
dc.titleINTOXICAÇÃO POR CARAMBOLA EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL (REVISÃO BIBLIOGRÁFICA)pt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho foi realizado em bases de revisão bibliográfica, estudando o efeito da fruta carambola em pacientes portadores de insuficiência renal. A fruta carambola pertence aá família da oxalidaceae. Sua possível origem foi no Sri-Lanka e nas ilhas Molucas, mas há vários séculos vem sendo cultivada no sudoeste da Ásia e Malásia. No Brasil esta árvore frutífera foi introduzida em 1817, sendo utilizada popularmente como estimulante do apetite, antidiarreico e febrífugo. O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão bibliográfica da literatura sobre o valor tóxico da fruta carambola em pacientes renais, visto que estes se encontram em maior número de internação e são submetidos com frequência ao tratamento fisioterapêutico nas UTI´s. Metodologia: Devido a escassez de materiais sobre o assunto da referida pesquiza realizamos uma revisão bibliográfica. Discussão:Diversos autores relatam que a carambola possui uma neurotoxina a qual pode levar doentes renais crônicos à morte. A toxina da carambola é uma substância de baixo peso molecular, solúvel em água e termoestável, tendo uma ação perturbadora predominante no sistema GABAérgico, decorrente da alteração da ligação do sistema GABA e seus receptores. O quadro clínico dos pacientes intoxicados pela carambola, segundo um estudo, foi evidenciado pela administração do suco da fruta em camundongos intracerebroventricular, revelando um composto neurotóxico que altera o funcionamento do SNC. Vários são os sinais e sintomas decorrentes da ingestão da fruta ou de seu suco, sendo o soluço o mais comum entre eles. Confusão mental, paresias, convulsões e distúrbios da consciência em graus variados como agitação psicomotora, complementam o quadro clínico da intoxicação. Há ainda os que relatam perda de força motora nos membros, parestesia, insônia, coma, status epilepticus e choque. Em casos mais graves, com persistência do coma e convulsões, o paciente pode evoluir para óbito. Conclusão: Através da pesquisa concluimos que os pacientes estudados nas referências citadas devem ser orientados quanto aos efeitos fisiológicos deletérios causados pela ingestão da fruta carambola, promovendo assim uma redução do período de internação assim como sequelas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUNICESUMARpt_BR
dc.publisher.initialsUNICESUMARpt_BR
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