EVENTOS EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica V EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica ( 23 a 26 de Outubro de 2007)
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorPIMENTA, Ângela Paula Sanches Guerli-
dc.creatorGERMANO, Inês de Fátima-
dc.creatorCOELHO, Maria Josele Bucco-
dc.date.accessioned2021-01-22T11:21:22Z-
dc.date.available2007-10-23-
dc.date.available2021-01-22T11:21:22Z-
dc.date.issued2007-10-23-
dc.identifier.issn9788561091002pt_BR
dc.identifier.urihttp://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/6631-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE CESUMARpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCrítica feministapt_BR
dc.subjectLiteratura hispano-americanapt_BR
dc.subjectRepresentação do femininopt_BR
dc.titleREFLEXÕES SOBRE A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE FEMININA NA OBRA EL CORONEL NO TIENE QUIEN LE ESCRIBA DE GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ.pt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoEste trabalho tem como objetivo delinear o processo de construção da identidade feminina na obra publicada em 1961 por Gabriel García Marques intitulada El coronel no tiene quien le escriba, quando esse esteve em Paris para trabalhar como correspondente de jornal e estudar cinema. De nacionalidade colombiana escreve inúmeras obras, que apresentam grande influência de sua infância e sua família, onde os conhecimentos são transmitidos oralmente por gerações. A narrativa em terceira pessoa relata a história de um coronel que espera a pensão por seus serviços prestados na guerra. Nesse ínterim, a única personagem feminina mais relevante de toda a narrativa é denominada como a esposa do coronel. Na atmosfera decadente e violenta da imaginária cidade de Macondo, essa mulher se vê rodeada pela miséria e sem quaisquer mecanismos para enfrentar a realidade, tornando-se apêndice de seu esposo, o coronel, e cobrando dele, a resolução dos problemas enfrentados pelo casal. É apresentada como uma mulher do lar, preocupando-se somente com os afazeres domésticos, não demonstrando sentimentos, nem mesmo quando se trata da morte do filho. Chauí (1985), afirma que a mulher só constrói sua identidade a partir de outras pessoas e, por isso, existe nas mulheres uma vinculação muito grande em relação ao outro o que impulsiona a formação de uma subjetividade dependente. Ao serem marcadas com os estereótipos de mãe, esposa e filha, as mulheres se definem como seres para os outros e não com os outros. Nesta perspectiva, pretende-se com a análise dessa narrativa, descrever os processos de construção da subjetividade feminina e as possíveis estruturas sexistas nesse romance.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUNICESUMARpt_BR
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