EVENTOS EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica VII EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica (25 à 28 de Outubro de 2011)
Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/6334
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorCHMYZ, Luanna-
dc.creatorVASCONCELLOS, Eleonora M. G.-
dc.creatorARIOLI, Edir Edemir-
dc.creatorLICHT, Otávio A. B.-
dc.date.accessioned2020-12-09T19:55:21Z-
dc.date.available2011-10-25-
dc.date.available2020-12-09T19:55:21Z-
dc.date.issued2011-10-25-
dc.identifier.issn978-85-8084-055-1pt_BR
dc.identifier.urihttp://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/6334-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE CESUMARpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPalmaspt_BR
dc.subjectProvíncia Magmática do Paranápt_BR
dc.subjectRiolitospt_BR
dc.subjectRochas ácidaspt_BR
dc.titlePETROGRAFIA E GEOQUÍMICA DAS ROCHAS VULCÂNICAS ÁCIDAS DO TIPO PALMAS AFLORANTES NAS PROXIMIDADES DOS MUNICÍPIOS DE PALMAS E GENERAL CARNEIRO (PR)pt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoDurante o Juro-Cretáceo, a abertura do Atlântico Sul foi precedida por volumoso magmatismo toleítico nas regiões sul e sudeste do Brasil, originando a Província Magmática do Paraná. Apesar de sua composição predominantemente básica, cerca de 10% dos litotipos que constituem estes derrames apresentam natureza intermediária a ácida. Neles enquadram-se as rochas do tipo Palmas, aflorantes no extremo sul do estado do Paraná, na divisa com o estado de Santa Catarina próximo aos municípios de Palmas e General Carneiro. O objetivo deste trabalho é a caracterização petrográfica e geoquímica destas rochas, tendo em vista verificar se, na região, as mesmas apresentam variações faciológicas que permitam refinar a cartografia geológica da região. Macroscopicamente, apresentam granulação muito fina, são constituídas predominantemente por plagioclásio e vidro vulcânico. Estas rochas são classificados, segundo o diagrama R1:R2, como riolitos e riodacitos. Em escala microscópica, a assembléia mineral dos riolitos é constituída por plagioclásio (10-15%), quartzo (10-15%), feldspato alcalino (10-15%), minerais opacos (10- 15%) e augita (traços), em meio a uma matriz composta por vidro vulcânico (40-60%). O riodacito, por sua vez, é constituído por plagioclásio (25%), quartzo (5%), feldspato alcalino (5%), minerais opacos (15%) e augita (10%), também em meio à matriz formada por vidro vulcânico (40%). A partir de análises químicas, em base hidratada, a porcentagem de sílica dos riolitos varia de 67,9 a 70% enquanto nos riodacitos é de 66,5%, sendo ambos os litotipos de caráter ácido. O teor de TiO2 nos riolitos varia entre 0,75 e 0,79% e no riodacito é de 1,08%, sendo, portanto, rochas de baixo TiO2, outra característica de rochas do tipo Palmas. Segundo o diagrama TAS, as amostras analisadas são classificadas como riolito e dacitos, e apresentam filiação toleítica, conforme o diagrama AFM. O cálculo da norma CIPW indica os seguintes minerais normativos para o riolito: quartzo, plagioclásio, ortoclásio, hiperstênio, magnetita, ilmenita, apatita, podendo ou não apresentar coríndon ou diopsídio. Já para o riodacito, os minerais normativos observados são quartzo, plagioclásio, ortoclásio, diopsídio, hiperstênio, ilmenita, magnetita e apatita.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUNICESUMARpt_BR
Aparece nas coleções:VII EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica (25 à 28 de Outubro de 2011)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
luanna_chmyz2.pdf509.33 kBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.