EVENTOS EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica IV EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica (19 a 22 de Outubro de 2005)
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSOUZA, Andressa Felcar de-
dc.creatorCANDIDO, Flávio Luís Ribeiro-
dc.creatorLOURENÇO, Mariane Lemos-
dc.creatorRIBEIRO, Flávio Luís-
dc.date.accessioned2021-02-04T16:30:46Z-
dc.date.available2005-10-19-
dc.date.available2021-02-04T16:30:46Z-
dc.date.issued2005-10-19-
dc.identifier.urihttp://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/7173-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE CESUMARpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.titleTRABALHO E SUBJETIVIDADEpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoA presente pesquisa focaliza como tema à subjetividade dentro da área do trabalho. Temos como objetivo geral, investigar ou compreender os aspectos subjetivos do trabalho humano, as relações existentes entre trabalho e subjetividade. Entender o conceito de trabalho e de subjetividade, e dar condição para correlação equilibrada entre ambos, investigando as repercussões da expropriação da subjetividade na saúde mental do trabalhador. E como objetivo mais específico, procuramos compreender as principais modificações na relação homem-trabalho ao longo do tempo, pois a expropriação da subjetividade pós-revolução Industrial acabou por colocar em risco a saúde mental do trabalhador. Firmados no pensamento de que o homem constrói a sua subjetividade a partir do trabalho que produz a expropriação dessa subjetividade acaba por afetar a sua cognição e saúde mental. Junto com esta irrupção da subjetividade na “demanda de cura” (passagem da insatisfação para o sofrimento e para a patologia) e na organização, também a figura do trabalhador se desnaturaliza, para revelar-se como “centro gravitacional da subjetividade” (aquela que fora originariamente negado). De fato, dentro da primordial relação custo/beneficio dos cálculos dos administradores, o “custo subjetivo” começa a ficar transparente. È um custo qualitativo (embora quantificável), que não se restringe, como tradicionalmente, ao custo por doença (psíquica e psicossomática) e absenteísmo. Os conceitos clássicos de adaptação (necessidade instituída) e motivação (desejo instituído) se tornam insuficientes para dar conta desta “sangria” da produtividade. Diz ainda, que há uma demanda cada vez maior de saúde mental no trabalho, dentro das organizações. Em busca da concretização dos objetivos utiliza-se como metodologia à pesquisa bibliográfica, devido à existência de obras que se relacionam ao tema proposto nas áreas que definem a subjetividade e trabalho, buscando assim ter embasamento teórico para o desenvolvimento de nossa pesquisa. Os resultados almejados são, um melhor entendimento sobre a expropriação da subjetividade, suas causas e conseqüências, para a vida e saúde mental do trabalhador. O que se pode concluir até o presente momento é que a relação do trabalhador com o seu trabalho, deve favorecer o desenvolvimento dos indivíduos das empresas e da sociedade no seu conjunto.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUNICESUMARpt_BR
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