EVENTOS EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica IV EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica (19 a 22 de Outubro de 2005)
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorALVES, Adriana-
dc.date.accessioned2021-01-29T11:05:59Z-
dc.date.available2005-10-19-
dc.date.available2021-01-29T11:05:59Z-
dc.date.issued2005-10-19-
dc.identifier.urihttp://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/6930-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE CESUMARpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMia coutopt_BR
dc.subjectContospt_BR
dc.subjectLiteraturapt_BR
dc.titleO “OUTRO” E A “MARGEM” REVELADOS NOS CONTOS DE MIA COUTOpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoEsta pesquisa foi realizada através da análise do conto “De como se vazou a vida de Ascolino do Perpétuo Socorro”, presente na obra Vozes Anoitecidas (1997, 4ªed.), de Mia Couto; juntamente com as análises do conto “O pescador cego”, da obra Cada homem é uma raça (1990) e, ainda, do conto “Na Tal Noite”, de O Fio das Missangas (2004). Mia Couto é um escritor moçambicano muito preocupado com a realidade das margens, deixando-as revelar em suas obras. Considerando a teoria pós-colonial de Homi Bhabha e outros críticos, fez-se então uma investigação das personagens dos contos enquanto indivíduos subjugados à vontade e poder da elite dominante, relegados ao papel do “outro”: aquele que é objetificado, degradado e oprimido pela força hegemônica européia. Mia Couto escreve sobre a contemporaneidade, tal como ela se apresenta perante os seus olhos. Contudo, é uma contemporaneidade cheia de recursos temporais passados, rebuscados nas marcas ancestrais de um povo enraizado na terra muito tempo antes da chegada dos colonizadores portugueses. Também se deve destacar a importância que a censura proveniente de Portugal, implacável e eficiente nos territórios colonizados, desempenha na criação literária africana. É uma censura castradora, como todas, de qualquer liberdade, mas e, especialmente, das liberdades de um continente e de um povo a emergir para o conhecimento e para uma voz de afirmação primeiro e de revolta depois. Contudo, essa censura virá a ser geradora de criação, ao permitir uma “dissimulação” literária mais perfeita, de resistência, com muito mais significado, rigor na escolha e uso dos signos, com o intuito profundo de promover e resgatar a identidade formadora de seu povo.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUNICESUMARpt_BR
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