EVENTOS EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica V EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica ( 23 a 26 de Outubro de 2007)
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCARARO, Deisy Carla-
dc.creatorOLIVEIRA, Priscila Daniele de-
dc.creatorMARTINS, Priscilla da Costa-
dc.creatorBERTOLINI, Sônia Maria Marques Gomes-
dc.date.accessioned2021-01-21T11:18:46Z-
dc.date.available2007-10-23-
dc.date.available2021-01-21T11:18:46Z-
dc.date.issued2007-10-23-
dc.identifier.issn9788561091002pt_BR
dc.identifier.urihttp://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/6543-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE CESUMARpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEletroestimulaçãopt_BR
dc.subjectFraturapt_BR
dc.subjectOsteogênesept_BR
dc.titleELETROTERAPIA NÃO-INVASIVA NO PROCESSO DE REPARAÇÃO ÓSSEA EM DIFERENTES PERÍODOS PÓS-FRATURA: ESTUDO EXPERIMENTAL EM RATOS DA LINHAGEM WISTARpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoEste trabalho teve como objetivo avaliar a eficácia da aplicação da corrente elétrica não-invasiva na osteogênese da tíbia de ratos em diferentes períodos pós-fratura. Foram utilizados 30 Rattus navergicus albinus, variedade Wistar, machos, inicialmente distribuídos em 2 grupos de 15 animais e cada grupo foi ainda subdividido em 3 subgrupos contendo 5 animais. Foi induzida uma fratura ao nível da diáfise da tíbia esquerda de todos os animais. Os animais do grupo experimental, após três dias, foram submetidos à eletroestimulação (corrente galvânica). A aplicação da corrente elétrica teve a duração de 20 minutos, se estendendo por 2, 4 e 6 semanas. Os animais foram radiografados após a lesão óssea e no final do experimento. Ao término do experimento, os animais foram sacrificados e procedeu-se ao tratamento histológico. Os resultados, tanto da análise histológica como radiológica, mostraram que todos os animais do grupo experimental, independente do período pós-fratura, apresentaram aceleração no processo de consolidação óssea. Com 4 semanas pós-fratura, os animais submetidos à eletroestimulação não apresentavam mais sinal de fratura. Através da análise histológica, já na segunda semana pós-fratura, nos animais tratados com a eletroestimulação, foi possível notar a presença de osso esponjoso com trabéculas ósseas bem desenvolvidas. No grupo não tratado, essas trabéculas, apesar de serem encontradas ocupando parcialmente a fenda óssea, mostravam um amplo espaço intertrabecular preenchido por tecido fibrocartilaginoso. Os resultados obtidos no presente estudo reforçam os encontrados na literatura, indicando que o uso da corrente elétrica não-invasiva é eficaz no aumento da velocidade da reconstituição óssea.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUNICESUMARpt_BR
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