EVENTOS EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica VI EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica (27 a 30 de Outubro de 2009)
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorALVARES, Alessandra A. A.-
dc.creatorLIBERATI, Marcela Nunes-
dc.creatorMOTTA, Danielle Antonelli-
dc.creatorBETTINI, Carlos Maia-
dc.date.accessioned2020-09-29T20:56:40Z-
dc.date.available2020-09-29T20:56:40Z-
dc.date.issued2009-10-27-
dc.identifier.issn9788561091057pt_BR
dc.identifier.urihttp://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/6060-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE CESUMARpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBabesia sppt_BR
dc.subjectHemoparasitapt_BR
dc.subjectProtozoáriopt_BR
dc.titleBABESIOSE EM CÃES ASSINTOMÁTICOS DE MARINGÁPARANÁpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoAs hemoparasitoses são enfermidades de grande importância na Medicina Veterinária e também na Saúde Pública. Babesiose canina é causada pelo protozoário hemoparasita Babesia spp, com manifestações clínicas graves em forma hiperaguda, aguda, crônica ou subclínica. A parasitemia resulta em aumento da fragilidade osmótica das hemácias e hemólise, com conseqüente anemia. Devido ao fato da babesiose subclínica ser raramente diagnosticada em esfregaço de ponta de orelha, que se relata o presente trabalho. Foram examinados 59 cães do canil no Hospital Veterinário do Cesumar em Maringá e de um canil de abrigo para cães, que não apresentavam sinais de hemoparasitoses. Após realização de hemograma e pesquisa de hematozoários em esfregaço sanguíneo corado com Giemsa, de todos esses animais, observou-se que 6,7% dos animais apresentaram hemácias parasitadas com Babesia spp, entretanto não manifestaram sinais clínicos da doença. Os hematócritos dos animais positivos foram discretamente menores que o valor de referência, similar ao encontrado na literatura. Animais com a doença subclínica raramente apresentam sinais clínicos, entretanto, os sinais aparecem após estresse, administração de corticóides ou doenças concomitantes. Além disso, é importante identificá-la devido potencial de transmissão via transfusão sanguínea ou transplacentária. Os animais cujo objetivo é a reprodução ou que são doadores de sangue, devem passar por exames complementares, incluindo a pesquisa de hematozoários, mesmo sem apresentarem sinais clínicos, impedindo assim que outros animais sejam contaminados. Ressalta-se também a importância do tratamento, mesmo em animais com forma subclínica, considerando riscos de transmissão ou que esses animais podem adoecer devido imunossupressão.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUNICESUMARpt_BR
dc.subject.cnpqCNPqpt_BR
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