EVENTOS EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica VII EPCC - Encontro Internacional de Produção Científica (25 à 28 de Outubro de 2011)
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorRIBEIRO, Lorena Locateli-
dc.creatorGOMES, Cristiane Faccio-
dc.creatorMACHADO, Fabrício Monteiro de Castro-
dc.date.accessioned2020-02-03T17:21:57Z-
dc.date.available2020-02-03T17:21:57Z-
dc.date.issued2011-10-25-
dc.identifier.isbn978-85-8084-055-1-
dc.identifier.urihttp://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/4794-
dc.description.abstractA Síndrome de Down ou Trissomia do cromossomo 21, que caracteriza-se pela presença de material genético extra nas células, vem sendo estudada por diversos pesquisadores. Esse longo percurso de investigações tem proporcionado inúmeras descobertas a respeito do complexo quadro clínico apresentado pelo portador. Entre as várias alterações decorrentes desta Síndrome, classificadas em anomalias gerais, características mentais e anomalias craniofaciais, a de interesse deste trabalho é a que considera o palato duro dos portadores da mesma como atrésico, ogival, estreito, curto e alto, comparado a normalidade, havendo a esse respeito grandes controvérsias, considerando a influência que fatores externos a síndrome como hábitos de sucção não nutritivas, respiração oral e alimentação, podem exercer no desenvolvimento dessa estrutura. A boca tem sido um local excelente para investigar as alterações decorrentes da genética e aquelas induzidas pelo ambiente nesta síndrome, considerando ser esta uma estrutura muito complexa em sua formação, que apresenta embriogênese precoce e maturação tardia. Contudo, não é possível afirmar se essa característica do palato é exclusivamente proveniente de fatores genéticos oriundos da Síndrome de Down, ou se consequente devido a fatores ambientais externos a mesma. Com o objetivo de esclarecer esta dúvida, este trabalho foi proposto, e analisará as medidas dos arcos dentários superiores de 20 crianças de 3 a 6 anos portadores dessa condição genética que serão moldados para a obtenção de modelos de gesso, sobre os quais serão realizadas as mensurações, e medidas antropométricas faciais utilizando-se um paquímetro de aço da marca Jomarca, com sensibilidade de 0,05mm. Para que se possa estabelecer correlação entre as medidas e os fatores supracitados, haverá um questionário no qual os responsáveis pelas crianças responderão perguntas que dizem respeito a esses temas, gravados com o auxílio de um gravador de voz. A análise dos dados será feita de maneira quali quantitativa. Espera-se que as crianças com Síndrome de Down apresentem alterações de acordo com o tipo de alimentação, uso de hábitos deletérios, tipo de respiração entre outros fatores dos quais são praticantes, ou seja, as crianças que receberam aleitamento materno, que foram submetidas à transição alimentar adequada, que são respiradoras nasais e não fazem uso de bicos artificiais deverão apresentar medidas próximas a normalidade esperada para crianças na mesma faixa etária e sem a síndrome.pt_BR
dc.languagepor-
dc.publisherUNIVERSIDADE CESUMARpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.subjectCriançapt_BR
dc.subjectPalato duropt_BR
dc.subjectSíndrome de downpt_BR
dc.titleANÁLISE DO PALATO DURO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN DE 3 A 6 ANOS: UMA QUESTÃO ORGÂNICA OU ADQUIRIDA?pt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.publisher.countryBrasil-
dc.publisher.initialsUNICESUMAR-
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lorena_locateli_ribeiro.pdfTrabalho apresentado na modalidade grupo de discussão no VII EPCC Encontro Internacional de Produção Científica (25 a 28 de outubro de 2011)78.99 kBAdobe PDFThumbnail
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